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CNDL e Caixa assinam acordo de cooperação

Parceria prevê R$ 1 bilhão em recursos para estimular o segmento varejista A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e a Caixa Econômica Federal assinaram, nesta quinta-feira (17) acordo de cooperação para impulsionar o segmento varejista do país. O banco vai destinar R$ 1 bilhão em recursos para o setor, além de disponibilizar condições diferenciadas para os associados do sistema CNDL.

Denominado de programa “Avança Varejo”, o acordo vai disponibilizar condições especiais em produtos e serviços bancários para fomento do setor, além de atendimento diferenciado e benefícios específicos para as empresas associadas. Dentre os benefícios estão linhas de capital de giro, crédito rotativo, de investimento e financiamento, com prazos mais alongados e taxas de juros diferenciadas.

Para o Gerente Nacional de Estratégia de Clientes da Caixa, Daniel José Ferraz dos Santos, o acordo assinado entre Caixa e CNDL representa um esforço conjunto entre as duas instituições com o objetivo de aquecer o mercado e contribuir para a retomada do crescimento econômico. “A Caixa quer estimular, por meio dessa parceria, o crescimento econômico do setor, que é extremamente importante e decisivo para a economia do país”.

“Trata-se de uma iniciativa fundamental para incentivar as atividades do setor que é o grande empregador do país. Com a parceria, damos mais um passo para a retomada do crescimento econômico e recuperação de empregos”, destaca Honório Pinheiro, presidente da CNDL.

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Consumo colaborativo: 40% dos brasileiros já trocaram hotel por residência de terceiros

Pesquisa inédita do SPC Brasil e da CNDL mostra que 79% dos consumidores acreditam que a economia compartilhada torna a vida mais fácil. Poupar dinheiro é a principal vantagem, mas falta de confiança nas pessoas é barreira para 47%

Quem poderia imaginar, há alguns anos, que um turista estaria disposto a hospedar-se na casa de um estranho ao invés de recorrer a um hotel? Ou então, alugar o próprio carro em períodos ociosos para aqueles que precisam e podem pagar – encontrando, assim, uma nova fonte de renda? Na era da economia compartilhada, histórias como essas estão se tornando cada vez mais comuns no Brasil. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais do país revela que as modalidades de consumo colaborativo mais conhecidas e utilizadas pelos brasileiros são o aluguel de casas e apartamentos em contato direto com o proprietário (40%), caronas para o trabalho ou faculdade (39%) e aluguel de roupas (31%).

Outras formas de economia compartilhada as quais os consumidores já recorreram são aluguel de bicicletas espalhadas pela cidade (17%), aluguel de quartos para terceiros, como viajantes, por exemplo (16%), locação de carros particulares (15%) e compartilhamento de moradias em estilo comunitário, também conhecido como co-housing (15%).

De acordo com a pesquisa, 79% dos brasileiros concordam que o consumo colaborativo torna a vida mais fácil e funcional e 68% se imaginam participando de práticas nesse sentido em no máximo daqui a dois anos.

O levantamento também aponta que, para determinadas categorias de produtos, os brasileiros acreditam que vale mais a pena alugar em vez de adquirir um novo, como livros (56%), equipamentos de ginástica (53%), artigos esportivos (53%), itens de jardinagem (51%) e instrumentos musicais (50%). Levando em consideração os últimos 12 meses, 24% dos consumidores venderem alguma peça do próprio guarda-roupa e 22% repassaram seu celular para terceiros mediante uma venda.

“Os resultados indicam que os brasileiros começam a despertar interesse pelo consumo colaborativo, mas ainda aderem a ele de maneira tímida. Talvez porque a economia compartilhada traduza, essencialmente, um jeito novo de encarar as coisas e, nem sempre as pessoas estão abertas a mudanças tão significativas em seus hábitos de consumo”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

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Palestra Gratuita Tema: A importância da Inovação na Crise

Palestra Gratuita

Tema: A importância da Inovação na Crise

Inscrição: A organização do evento solicita doação de 01 kg de alimento não perecível

Data: 10 de Agosto de 2017.

Hora: 19:30hs

Última atualização (Qua, 09 de Agosto de 2017 08:47)

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Cartão de loja e cartão de crédito são as modalidades mais contratadas após oferta da instituição financeira, mostram SPC Brasil e CNDL

SPC Brasil alerta para cuidados na contratação de crédito. Empréstimo pessoal é a modalidade que mais deixa os brasileiros com o nome sujo

De acordo com uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), as modalidades de crédito que os brasileiros mais possuem são cartão de crédito (61%), cartão de lojas (40%) e crediário/carnê (26%). O levantamento mostra que, entre os que tomaram empréstimo consignado, a grande maioria (76%) solicitou â instituição financeira, assim como o financiamento (71%), empréstimo pessoal (69%), crediários (48%) e cheque pré-datado (48%). Por outro lado, cartão de loja (50%) e cartão de crédito (42%) foram adquiridos em sua maioria após a oferta da empresa.

“O consumidor deve desconfiar de todas as formas fáceis de crédito, inclusive os pré-aprovados, pois quanto mais fácil for o acesso, mais altos tendem a ser os juros cobrados nas operações. A princípio tudo parece simples e sem custo, mas uma hora a conta chega para pagar”, explica o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Considerados opções de crédito mais baratas que o cartão de crédito e o cheque especial, ainda que possuam altas taxas de juros, os empréstimos também podem acabar levando os consumidores à inadimplência. De acordo com os dados da pesquisa, o empréstimo pessoal é a modalidade que mais deixa os brasileiros com o nome sujo: entre os que tomaram empréstimos pessoais em financeiras, 23% estão com o nome sujo por causa do serviço; já entre os que tomaram empréstimo em financeira, esse percentual foi de 18%. Em seguida, aparecem o financiamento (14%) e os gastos com crediário e carnê (13%).

Última atualização (Sex, 04 de Agosto de 2017 17:28)

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