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Apenas 16% dos consumidores das classes C, D e E conseguiram poupar em fevereiro, mostra SPC Brasil e CNDL

Entre os poupadores, média geral reservada foi de R$ 414. 48% precisaram utilizar parte da reserva financeira

Com o Brasil ainda em recessão, os consumidores ainda não estão conseguindo poupar dinheiro em 2017. O Indicador de Reserva Financeira, calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 20% dos consumidores guardaram alguma quantia em fevereiro – dentre as classes A e B essa proporção foi maior, de 34%. Já nas classes C, D e E, apenas 16% conseguiram poupar.

O Indicador mostra que a quantidade de consumidores que dizem não ter guardado compõe a grande maioria: nas classes A e B, 62% não conseguiram poupar em fevereiro. Quando se considera as classes C, D e E, o número sobe para 78%. No total, 74% não conseguiram poupar – no mês anterior, o percentual fora de 80%, uma diferença de 6 pontos percentuais.

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Após dois anos em queda, vendas na Páscoa voltam a crescer e registram alta de 0,93%

Ainda assim, resultado é modesto e insuficiente para o varejo retornar à fase anterior da crise econômica

Confirmando a expectativa de que a recuperação econômica será lenta e progressiva, o volume de vendas a prazo na semana anterior a Páscoa (que, este ano, foi entre os dias 9 e 15 de abril) apresentou um leve crescimento de 0,93% na comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se da primeira alta observada na data desde o ano de 2014, quando o crescimento fora de 2,55%. Em 2015, houve uma queda de -4,93%, posteriormente aprofundada para -16,81% em 2016. Os dados foram apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Última atualização (Qui, 20 de Abril de 2017 08:38)

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Crédito rotativo do cartão só poderá ser usado por um mês

As novas condições para o pagamento da fatura do cartão de crédito entram em vigor hoje. Com as mudanças, os consumidores podem usar a modalidade de crédito rotativo do cartão por, no máximo, 30 dias. Caso a pessoa pague qualquer valor entre o mínimo, 15% do total da fatura, e o integral, o saldo devedor deve ser quitado no mês seguinte. Para quem não puder pagar a pendência na data, os bancos serão obrigados a oferecer um parcelamento da dívida por uma linha de crédito com taxas de juros menores, com prazo de até 24 meses.

Na prática, a expectativa é que os consumidores saiam de uma dívida em que os juros chegam a 481,5% ao ano para uma que cobra, em média, 163,5%.

Pesquisa do SPC Brasil aponta que o cartão de crédito é o motivo da inadimplência para metade das pessoas que estão com o nome sujo ou que estiveram nessa situação nos últimos 12 meses.

Hoje, a inadimplência do cartão de crédito rotativo para pessoas físicas é de 33,2% do total de operações, enquanto a do parcelado é de apenas 1,2%. A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, explica que o número alto de endividados é consequência da facilidade em usar o cartão de crédito, combinada com as altas taxas de juros e o descontrole financeiro dos brasileiros.

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Regras da terceirização já estão valendo

Sancionado na última sexta-feira (31) pelo presidente da República, o Projeto de Lei nº 4.302/98, que versa sobre a terceirização, já está vigorando. Agora, qualquer atividade exercida, tanto na esfera pública quanto privada, pode ser terceirizada.

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a ampliação das possibilidades de contratação do serviço terceirizado representa a desburocratização nas relações entre empregado e empregador, além de favorecer a eficiência no mercado de trabalho.

“A terceirização é fundamental porque é uma forma do setor produtivo melhorar sua eficiência por meio da especialização. As novas regras também impulsionarão a geração de novos empregos impulsionando esse movimento da retomada da economia nacional”, destacou Pinheiro.

“Apesar de toda polêmica que envolveu a terceirização, todos os direitos serão mantidos e os benefícios dos trabalhadores continuam sendo garantidos pela Consolidação das Leis de Trabalho (CLT)’, completou o presidente.

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