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Rotativo do cartão de crédito acaba em abril

Em janeiro deste ano, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu um limite de 30 dias para o uso do rotativo do cartão de crédito, numa tentativa de baixar os juros cobrados nessa modalidade de crédito –uma das mais caras atualmente.

O objetivo, segundo o órgão, é tornar o uso do cartão de crédito mais eficiente e barato para o usuário” e “ajudar instituições financeiras a aprimorar gerenciamento de risco de crédito. Os bancos e instituições financeiras têm até 3 de abril para se adequar às mudanças.

A linha emergencial usada por quem não consegue pagar o valor integral da dívida só poderá ser usada entre o vencimento da conta e a data de liquidação da fatura seguinte.

Depois, as instituições financeiras deverão procurar o consumidor para oferecer nova modalidade de financiamento ou, automaticamente, parcelar o crédito do rotativo, com número determinado de prestações e juros menores.

Segundo o código de defesa do consumidor, o contrato precisa chegar pelo menos um mês antes da mudança das regras e, se o cliente não concordar, terá a opção de cancelar o cartão. Read more

Novo indicador de propensão ao consumo mostra que 58% dos consumidores pretendem cortar gastos em março

Mais de um terço dos consumidores não conseguiram pagar todas as contas no último mês. 43% utilizaram algum tipo de crédito

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) iniciam a divulgação mensal do Indicador de Uso de Crédito e de Propensão ao Consumo, que busca reunir dados sobre a evolução da utilização de crédito e consumo em geral pelos consumidores, duas variáveis importantes da economia e de interesse particular do varejo. O novo indicador de propensão ao consumo aponta que 58% dos consumidores pretendem cortar gastos no mês de março, enquanto 31% afirmam que irão manter os gastos e somente 5% disseram que irão aumentar. Além disso, o levantamento também mostra que mais de um terço dos entrevistados (34%) estão no vermelho, ou seja, não conseguiram pagar todas as contas em fevereiro. Quase metade (49%) estão no zero a zero – sem sobras e sem falta de dinheiro – e 15% estão com sobras, sendo que 11% pretendem guardar o excedente e 4% querem gastar.

Segundo Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, o cenário de dificuldades da maioria dos entrevistados pode ser reflexo da crise econômica e de excessos no período de festas, além das despesas típicas de início de ano. “Um descontrole nas comemorações de fim de ano, quando o apelo ao consumo é maior, aliado às contas e tributos do início do ano, pode gerar dificuldades financeiras”, avalia. “Pensando no reequilíbrio do orçamento, é importante que as despesas sejam reduzidas e compras desnecessárias sejam evitadas”, completa.

Entre os itens que os consumidores pretendem comprar no próximo mês estão os itens de farmácia (33%), recarga de telefone (28%), itens de vestuário (27%), perfumes e cosméticos (21%), e serviços de salão de beleza, citados por 11% dos entrevistados. Read more

Mulheres no varejo impulsionam o mercado de trabalho

Cotidianamente acompanhamos uma série de mudanças que retratam a conquista de espaço pelas mulheres no cenário sócio econômico e político mundial. A evolução feminina é traduzida em números por meio de pesquisas e indicadores que apontam para o crescimento delas como chefes de família, a ocupação de postos de trabalho antes predominantemente masculinos e a crescente qualificação.

Com base nos dados do estudo mais recente da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE, foi divulgado, na última segunda-feira (6), um levantamento do Ipea (Instituto Pesquisa Econômica Aplicada), que mostra que as mulheres trabalham em média 7,5 horas a mais que os homens, por semana. Enquanto eles trabalham aproximadamente 46,1, horas, a mulher tem uma jornada de 53,6 horas semanais, somando o trabalho remunerado e as tarefas domésticas.

Mulher no varejo – No varejo não é diferente, o empreendedorismo feminino conquista um espaço cada vez mais amplo no mercado de trabalho e no mundo dos negócios. Estudo realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e pequenas Empresas (Sebrae), em 2015, revelou que entre 2003 e 2013, a empresárias donas de negócios subiu 16% no país.

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o aumento da presença das empresárias no varejo fortalece o setor. “Não só o segmento lojista ganha com o crescimento das mulheres a frente dos negócios, mas ganham também os consumidores com novos produtos e serviços diferenciados disponíveis no segmento do comércio”, destacou o Pinheiro. Read more

Oito em cada dez empresários de varejo e serviços consideram importante a reforma tributária

Para 77% das empresas ouvidas, a reforma melhoraria a economia do país de alguma forma; 65% avaliam negativamente o sistema de impostos atual

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) afirma que oito em cada dez empresários brasileiros dos setores de varejo e serviços (83%) consideram importante ou muito importante a reforma tributária no país. O estudo mostra também que 77% dos entrevistados acreditam que a reforma melhoraria a economia do país de alguma forma, sendo que, para estes, os principais resultados positivos seriam a geração de empregos (60%), o aumento na capacidade de investimento nos negócios (41%) e incentivo na criação de novos negócios (38%).

Já entre os 7% que entendem que a reforma traria uma piora ao país, os motivos seriam a oportunidade de criação de novos impostos (15%), possibilidade de distorções na distribuição de recursos entre os Estados (14%) e agravamento da situação fiscal dos Estados (12%). 46% dos que acreditam na piora não souberam responder o motivo.

O estudo indica ainda que 65% dos empresários avaliam o sistema atual como ruim ou muito ruim. Além disso, o grau de satisfação quanto à forma que o governo utiliza os impostos foi baixo: de 1 a 10, a média foi de 3,1. Read more

Saques do FGTS devem gerar recuperação de crédito, diz SPC Brasil

Para o SPC Brasil, medida é importante para que o cidadão consiga sanar dívidas e recuperar crédito

O saque do dinheiro das contas inativas do FGTS deve injetar entre 30 bilhões e 35 bilhões de reais na economia do país, o que representa 0,5% do PIB. Dos 30,2 milhões de trabalhadores que poderão realizar os saques, 80% possuem até 1.500 reais nas contas.

Para o presidente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), Roque Pellizzaro Junior, “os saques irão beneficiar principalmente os cidadãos das classes C, D e E, que devem utilizar o montante para as necessidades mais urgentes.” Com base em pesquisas recentes do SPC Brasil, estima-se que cerca de 50% do dinheiro sacado pelo trabalhador seja destinado ao pagamento de dívidas, 30% para economizar e o restante para outros gastos. Read more

Apesar da queda de vendas no varejo, segmento acredita na retomada do crescimento em 2017

Apesar da queda de 6,2% apresentada pelo varejo em 2016, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as expectativas do setor varejista para a retomada do crescimento são otimistas, de acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Um dos fatores positivos é queda de 0,97%, do dólar, que ontem fechou cotado a R$2,06, menor valor desde 18 de junho de 2015, e analistas já estimam que pode cair para R$ 3,00.

Para a entidade que representa mais de 450 mil estabelecimentos em todo país, a redução de cotação da moeda americana ajuda as empresas endividadas a reequilibrarem suas contas, já que diminui a parcela da dívida em moeda estrangeira. Outros fatores favoráveis ao mercado de ações são a continuidade do ingresso de recursos estrangeiros no país e o aumento da disposição dos investidores globais em investir em ativos de risco. “Isso leva uma maior demanda de investimentos, nos dando a convicção de que o Brasil vai voltar a crescer ainda em 2017”, destaca o presidente da entidade, Honório Pinheiro. Read more

Intenção de investir dos micro e pequenos empresários aumenta 12,3% em janeiro, mas ainda segue em baixa

Indicador marcou 29,46 pontos, sendo o maior desde outubro de 2015. Apesar disso, 64% dos MPEs não pretendem realizar investimentos nos próximos três meses e oito em cada dez não pretendem contratar crédito

Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL) indicam que a intenção dos micro e pequenos empresários (MPEs) para realizar investimentos nos próximos 90 dias aumentou 12,3% em janeiro de 2017, marcando 29,46 pontos, sendo o maior resultado desde outubro de 2015. Ainda assim, o índice mostra que a propensão dos MPEs a investir continua baixa: o indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo a 100, maior é demanda do empresário investimento.

Dentre os empresários que demonstram intenção de investir (24% do total), as principais finalidades são: ampliação de estoque (30%), reforma da empresa (29%), compra de equipamentos, maquinários etc (25%) e mídia ou propaganda (21%). O aumento nas vendas é o principal objetivo indicado pelos empresários (47%), enquanto outros 17% irão adaptar a empresa a novas tecnologias.

A maior parte dos que pretendem investir diz que fará uso de capital próprio, como poupança e investimento (64%) ou venda de algum bem (13%). 13% dos MPEs disseram que tomarão empréstimos em bancos e financeiras para investir no negócio. Read more

Principais metas dos brasileiros para 2017 são juntar dinheiro e sair do vermelho

96% dos consumidores inadimplentes pretendem limpar o nome. Maior temor para este ano é não conseguir pagar as dívidas. Contas de cartão de crédito foram as que mais levaram os brasileiros à negativação em 2016

A crise econômica atingiu seu ápice em 2016 e com isso os consumidores tiveram que enfrentar situações adversas ao longo do ano, se adaptando e mudando hábitos de consumo, além de adiar a realização de objetivos. Ainda assim, 2017 começa com um pouco de otimismo e a esperança de resolução dos problemas financeiros pessoais e da economia do país. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pesquisaram quais são as expectativas e projetos dos brasileiros para 2017 e constataram que, apesar da crise, 43,5% estão otimistas com a economia e acreditam que este ano será melhor que 2016. As principais metas são juntar dinheiro (41,1%) e sair do vermelho, pagando todas as contas que estão vencidas (35,1%).

Em uma nota que vai de 1 a 10, onde 1 é muito ruim e 10 é muito bom, a expectativa para a economia brasileira para 2017 é de 5 e a da vida financeira pessoal é de 6. Quase metade dos entrevistados (48,0%) está animada para concretizar seus projetos pessoais em 2017, porém, 14,1% estão desanimados e com uma expectativa ruim, sendo que, entre esses, 69,2% atribuem seu desânimo por estarem em uma situação financeira difícil e 46,6% por estarem desempregados e sem expectativa de recolocação no mercado.

Outros 18,6% acreditam que o cenário econômico em 2017 será igual a 2016 e, entre os 16,8% que acham que será pior, as principais consequências no cotidiano serão a redução nas compras (46,9%) e a dificuldade para manter as contas em dia (35,3%). Read more

Inadimplência desacelera em 2016 e fecha dezembro com 58,3 milhões de brasileiros negativados

Em dezembro, listas de inadimplentes contavam 700 mil nomes a mais do que em janeiro. Quase metade da população entre 30 e 39 anos está negativada

Em 2016, o PIB brasileiro caiu pela segunda vez consecutiva e no último trimestre ajustes começaram a ser realizados para que o país consiga sair da crise. Ainda assim, 2017 inicia com uma conjuntura econômica em recessão. Diante desse quadro, o número de negativados cresceu, alcançando 58,3 milhões de consumidores em dezembro de 2016, segundo estimativa do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Apesar de expressivo, o número mostra uma desaceleração da taxa de crescimento da inadimplência. Em janeiro de 2016, a estimativa era de 57,6 milhões de consumidores, o que mostra um aumento de 700 mil casos ao longo do ano. No mesmo período de 2015, porém, o aumento foi de 2,5 milhões.

O dado revela que 39% da população brasileira adulta está registrada em listas de inadimplentes, enfrentando dificuldades para realizar compras a prazo, fazer empréstimos, financiamentos ou contrair crédito. “A explicação para a desaceleração do crescimento da inadimplência desde o primeiro trimestre do ano reside no fato de que o próprio cenário de recessão da economia, que reduziu a capacidade de pagamento das famílias, também restringiu a tomada de crédito por parte dos consumidores”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. “Isso quer dizer que o consumidor encontra mais dificuldade para se endividar e, sem se endividar, não pode ficar inadimplente”, explica. Read more

Para 58% dos empresários de varejo e serviços, 2017 será um ano melhor na economia

Volume de vendas abaixo do esperado e aumento dos custos pioraram a situação das empresas no ano passado e 48% fizeram cortes no orçamento em 2016. Apesar do retrospecto ruim, um terço dos empresários pretende ampliar seus negócios em 2017

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com empresários do varejo e prestadores de serviços das 27 capitais e do interior do Brasil mostra que ao menos parte dos entrevistados está otimista com relação às expectativas para 2017: para 58,4% a economia será melhor neste ano do que em 2016.

Apenas 8,4% acreditam que a conjuntura econômica ficará pior e, entre estes, 39,7% afirmam que uma das principais consequências será a dificuldade em economizar e fazer reserva financeira ou capital de giro. 32,4% afirmam que farão menos compras e outros 32,4% vão deixar de comprar coisas que a empresa não precisa porque terão menos dinheiro e 26,5% acreditam que será mais difícil manter as contas em dia.

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